Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, o artesão Zé do Carmo faleceu no último dia 26. Ele se destacou pela criação de esculturas de barro sacras. A trajetória de vida e arte desse grande artista nordestino
humilde e muito talentoso, que aprendeu o ofício de artesão ainda pequeno, é contada na matéria feita pelo JC online. Nela é possível conferir que a mãe dele queria que o filho se tornasse padre mas o talento herdado do seu pai - que era pedreiro - foi mais forte, nas horas vagas o artesão fazia fazia máscaras
de papel machê para serem vendidas nas feiras livres (Carlos Guilherme). Acesse a matéria aqui
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domingo, 5 de maio de 2019
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Coleção de livretos resgata memória de quilombos
Por Nayla Georgia
A luta dos quilombos brasileiros por respeito, espaço e direitos vem de séculos, mas as vitórias são poucas e colhidas às migalhas. Um pouco da luta pelo reconhecimento dos direitos dessas comunidades está na coleção Terras de Quilombos, que disponibiliza, de forma gratuita na internet, livretos contando a história de comunidades quilombolas pelo Brasil. O objetivo principal das publicações é apresentar um panorama de como eram, de fato, as vidas dos ex-escravizados, bem como suas lutas, seu cotidiano e suas culturas.
Os primeiros livretos foram publicados
em 2015, com 16 obras reunindo, em cada um, histórias de comunidades
quilombolas em São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina e Maranhão. Já em
2016, além dos estados representados no ano anterior, quilombos do Rio de Janeiro
e Sergipe também fizeram parte dos 15 livretos. Este ano, 2017, foram lançados
14 livretos sendo 13 destes contemplando quilombos do Nordeste: Maranhão,
Piauí, Sergipe e Pernambuco.
domingo, 12 de março de 2017
Diversidade cultural na obra de Tzvetan Todorov
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Descrição para cegos: foto de
Tzvetan Todorov sentado com as mãos entrelaçadas.
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Em matéria no Observatório da Diversidade, a
doutora em sociologia Suylan
Midlej lamenta a morte do filósofo contemporâneo Tzvetan Todorov. O
búlgaro morreu no início de 2017, aos 77 anos. Ele deixou um rico acervo de
obras nas áreas da filosofia, linguística, antropologia e história. Suylan,
admiradora do trabalho do filósofo, recomenda a leitura da produção intelectual
de Todorov para o debate sobre a pluralidade de culturas. (Priscila Monteiro)
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Tzvetan Todorov
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Projeto trabalha o ensino da Cultura Afro-Brasileira em escola da UFPB
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Descrição para
cegos: foto do professor Wilson Aragão levemente de perfil, sorrindo. Atrás
dele veem-se cadeiras de um auditório e uma jovem.
|
O trabalho é baseado nas diretrizes curriculares para o estudo da
história e cultura afro-brasileiras e africanas. Denominado Pedagogia Griô, tem
aulas ministradas para os alunos da Escola de Educação Básica da UFPB. Esse
projeto é coordenado pelo professor Wilson Aragão, diretor do Centro de
Educação da universidade. Ouça a reportagem que eu fiz sobre o projeto para o
programa Espaço Experimental, que é produzido pela Oficina de Radiojornalismo
do Curso de Jornalismo da UFPB e vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio
Tabajara AM (1.110 khz). (Mary Jéssica).
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Wilson Aragão
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Tese destaca interação entre a cultura árabe e a literatura brasileira
![]() |
| Descrição para cego: foto do professor Valter Vilar sorrindo. Atrás dele um banner com palavras em português, árabe e inglês, sendo possível ler "América" e "Colombo".. |
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Os árabes e nós: a presença árabe na literatura brasileira,
Valter Vilar
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Sob a pele: a tatuagem e seus simbolismos
Por Jade Vilar
Não se sabe ao
certo quando o ritual de tatuar o próprio corpo foi incorporado às tradições
humanas. Entre 2.160 a.C e 1994 a.C múmias de mulheres egípcias foram
encontradas com inscrições e desenhos na região abdominal. O Homem do Gelo, como
ficou conhecida a múmia com cerca de 5.500 anos, achada em 1991 nos Alpes, já
possuía traços azulados desenhados em sua pele e pode ter sido um dos mais
antigos registros encontrados da tatuagem no mundo. Tribos indígenas, como o
povo waujá e os kadiwéu, utilizavam
a técnica para simbolizar rituais de passagem e homenagear seus deuses. Até que,
em 718 d.C, em uma época marcada pela total dominação da igreja católica, na
sociedade europeia principalmente, o papa Adriano I proibiu o povo de se tatuar
sob a alegação de tratar-se de práticas demoníacas.
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