Por
Joel Cavalcante
Nos
últimos anos, diversos projetos de leis foram apresentados nas
Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso
Nacional, visando criar uma Escola Sem Partido, ou seja, proibir que
professores e professoras “doutrinem” crianças com questões
políticas e noções de gênero e diversidade sexual na sala de
aula. Recentemente, com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para
presidência da república, o tema retornou à Câmara dos Deputados;
a própria campanha do candidato eleito trouxe-o como pauta.
À
primeira vista, todo mundo quer uma escola que não tenha partido,
que seja para todos (as) os (as) estudantes, que não coloque nenhum
tipo de conhecimento arbitrário ao alunado. Contudo, quando
analisamos mais a fundo as ideias desse movimento e dos seus
representantes, percebe-se o contrário. Não é escola sem partido
que querem; é escola com pensamento único.
À primeira vista, todo mundo quer uma escola que não tenha partido, que seja para todos (as) os (as) estudantes, que não coloque nenhum tipo de conhecimento arbitrário ao alunado. Contudo, quando analisamos mais a fundo as ideias desse movimento e dos seus representantes, percebe-se o contrário. Não é escola sem partido que querem; é escola com pensamento único.