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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Twitter desnuda intolerância de apoiadores de Trump

Descrição para cegos: foto mostra cabides no chão e, sobre
eles, um bilhete em inglês dirigido a uma certa Maria,
anunciando que Trump venceu e aquela é uma pequena
mostra do que está por vir.

Por Rennan Ono

A vitória do candidato republicano Donald Trump nas eleições para a presidência norte-americana desencadeou uma onda de manifestações de intolerância nos Estados Unidos. Logo no primeiro dia depois de anunciada a vitória, o usuário Insanul Ahmed (@Incilin) fez uma compilação de vários twitters que mostram casos de violência, abuso e preconceito racial, cultural e religioso.

Veja a seguir alguns deles:


 - Estou vestindo um cachecol. Passei por um sujeito na plataforma hoje e ele disse, “Seu tempo acabou, garotinha.”

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Salvadores humanitários ou financiadores de guerra?

Rachel Unkovic/International Rescue Committee
Atualmente o mundo vive o que a mídia intitula de uma das maiores crises migratórias da humanidade. Mais de 300 mil pessoas já tentaram atravessar ilegalmente o mar Mediterrâneo este ano e mais de 2,5 mil morreram na travessia. Os Estados mais poderosos do mundo relatam gastos exorbitantes com doações para conter a crise humanitária. Os imigrantes, em sua maioria, fogem de guerras civis, conflitos financiadas em grande parte pelos países que mais dizem doar e menos aceitam acolhê-los. João Fernando Finazzi e Reginaldo Nasser, mestrando e professor respectivamente, do curso de Relações Internacionais da PUC, debateram o assunto em texto publicado no portal Forum. (Jade Vilar)

 O mito da intervenção humanitária

Joao Fernando Finazzi e Reginaldo Nasser

 Desde 2011 foram alocados por volta de US$ 16 bilhões em ajuda militar para o conflito sírio, abastecendo as mais variadas facções, incluindo o Estado Islâmico e o próprio regime de Bashar. Os países que destinaram mais recursos são, ao mesmo tempo, os que menos aceitam os sírios provenientes da guerra.