Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Preconceito faz parte da rotina de ciganos na PB

Descrição para cegos: imagem de idosa e criança ciganas contendo um texto sobre a imagem dizendo “Ciganos: o povo invisível”. 
A comunidade cigana da Paraíba ainda sofre com situações de descriminação, preconceito, intolerância e abuso de autoridade, mesmo tendo seus direitos assegurados pela lei. No município de Condado, sertão da Paraíba, os ciganos são vítimas dos próprios órgãos públicos, que além de não oferecerem condições de igualdade, contribuem para a exclusão. A situação desse grupo foi objeto de reportagem da Assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal na Paraíba para o site do órgão. Para ler, clique aqui. (Nayla Georgia)

quarta-feira, 22 de março de 2017

Vídeo engraçado revela estereótipos e preconceito


Descrição para cegos: cena da entrevista ao vivo do professor Robert Kelly de sua casa à BBC. O professor está em uma cadeira na frente da câmera e sua esposa no fundo tirando seus dois filhos da sala onde Robert falava à BBC.
Por Priscila Monteiro

No dia 10 o professor norte-americano Robert Kelly concedeu uma entrevista ao vivo de sua casa à BBC para comentar o impeachment da presidenta sul-coreana Park Geun-hye. Mas a transmissão saiu surpreendentemente do planejado. Os dois filhos de Robert entraram na sala de onde o comentarista realizava a entrevista através de webcam e em seguida uma mulher com traços orientais chegou para tirar as duas crianças do local, ainda durante o link ao vivo.
O vídeo da entrevista foi postado nas redes sociais e viralizou. Em poucos dias de repercussão, as redes estavam cheias de comentários sugerindo que a mulher seria a babá das crianças.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

IV Colóquio de Diversidade Cultural, com Edilma Monteiro

Descrição para cegos: foto de Edilma sendo filmada durante o colóquio. Em primeiro plano aparece a câmera, em cujo visor a imagem dela é captada.
A pesquisadora Edilma do Nascimento Jacinto Monteiro foi a convidada da turma de Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do curso de Jornalismo da UFPB para o IV Colóquio de Diversidade Cultural. O encontro ocorreu no dia 25 de agosto de 2016, e nele foram discutidos temas sobre a cultura cigana. Graduada em Ciências Sociais e mestre em Antropologia Social, ambas pela Universidade Federal da Paraíba, Edilma desenvolve pesquisa com crianças ciganas e processos de aprendizagem. A concepção de infância no grupo residente no Vale do Mamanguape foi tema de sua dissertação de mestrado. Nesta universidade ela integra os grupos de pesquisa Criança, Sociedade e Cultura e Grupo de Estudos Culturais, o GEC. Na Universidade Federal de Santa Catarina, onde faz o doutorado em Antropologia, atua no Núcleo de Estudos de Populações Indígenas. A organização do colóquio foi de Amanda Galdino, Lylyanne Braz, Mary Jéssica e Rennan Ono. 

CONFIRA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA:



1 - Explicando a cultura cigana

- Neste primeiro vídeo, Edilma do Nascimento explica o povo cigano, sua cultura e costumes.




sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Histórias de mulheres que assumiram cabelos crespos

Descrição para cegos: foto mostra o livro "Meu crespo, nossa história" cuja capa é composta por várias fotos de mulheres que escolheram assumir os cabelos crespos.
Por Rennan Ono
Há muito tempo meninas tentam de todas as formas esconder o volume dos cabelos. Retiravam os cachos, eliminavam os crespos, utilizavam várias técnicas disponíveis para deixar as madeixas lisas – entre estas, produtos químicos, escova e chapinha, que acabavam fazendo parte da vida de muitas mulheres desde a infância.
De uns anos pra cá, as coisas mudaram. Cada vez mais as meninas deixam os cabelos livres independentemente das texturas, que vão desde os cacheados até os crespos.
O livro Meu Crespo, Nossa História, da Crivo Editorial, lançado em outubro, mostra que o que antes era desvalorizado por parte da sociedade, tornou-se motivo de orgulho e de luta política de meninas e mulheres negras.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Twitter desnuda intolerância de apoiadores de Trump

Descrição para cegos: foto mostra cabides no chão e, sobre
eles, um bilhete em inglês dirigido a uma certa Maria,
anunciando que Trump venceu e aquela é uma pequena
mostra do que está por vir.

Por Rennan Ono

A vitória do candidato republicano Donald Trump nas eleições para a presidência norte-americana desencadeou uma onda de manifestações de intolerância nos Estados Unidos. Logo no primeiro dia depois de anunciada a vitória, o usuário Insanul Ahmed (@Incilin) fez uma compilação de vários twitters que mostram casos de violência, abuso e preconceito racial, cultural e religioso.

Veja a seguir alguns deles:


 - Estou vestindo um cachecol. Passei por um sujeito na plataforma hoje e ele disse, “Seu tempo acabou, garotinha.”

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Série conta julgamento de jovem paquistanês

Descrição para cegos: a imagem mostra Nasir Khan, jovem paquistanês, com vestes características de presidiário, enquanto conversa com seu advogado.

Por Rennan Ono

The Night Of é uma minissérie de televisão americana de oito episódios do gênero drama. Com a produção de James Gandolfini e co-criação por Richard Price e Steve Zaillan, apesar de não trazer tantas novidades no mundo televisivo atual, a série trabalha brilhantemente escancarando o preconceito racial e cultural, desta vez com pessoas de origens no Oriente Médio.
A minissérie conta a história de Nasir Khan, um jovem de origem paquistanesa, que no fim de semana sai, sem avisar, com o táxi do pai para ir a uma festa. Durante a procura pelo endereço do local, Nasir encontra uma desconhecida que acha que ele está a trabalho. A moça o leva até a sua casa, e após uma noite cheia de drogas e bebidas, Nasir, ao acordar, a encontra morta com vários golpes de faca. Em pânico, o rapaz foge mas, logo em seguida, é preso e acusado da morte da moça.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

'Sulicídio' e centralização do Rap

Descrição para cegos: capa do disco "Sulicídio", que traz, sobre
um fundo branco, uma mancha de sangue representando parte do
mapa do Brasil, a que abrange as regiões Leste e Sul (de Minas
Gerais ao Rio Grande do Sul). Sobre a ilustração aparecem os
nomes do disco e dos artistas.

Por Rennan Ono


Em setembro não se falou de outra coisa dentro do universo do Rap brasileiro. Líderes dos grupos nordestinos DDH e Chave Mestra, Baco (Exu do Blues) e Diomedes Chinaski, respectivamente, lançaram, como um feito histórico no Rap nativo, a música Sulicídio.
Com uma letra agressiva e polêmica, Sulicídio não poupa críticas à centralização do movimento no eixo Rio/São Paulo. A dupla critica a supervalorização da produção de Rap daquela região e o esquecimento do Rap nordestino, que vive à margem do cenário nacional.
O som em questão chamou muita atenção, e não somente dos amantes do Rap. Baco e Diomedes sofreram ataques de racismo e xenofobia, sendo o último sustentado pelo estereótipo da falta d’água no sertão e por comentários a respeito do sotaque da dupla.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Animação da BBC gera polêmica

Descrição para cegos: imagem mostra uma raposa saltando um galho de árvore. Seu pulo imita o dos atletas de salto em altura, que são realizados de costas para o obstáculo, fazendo um arco sobre ele.

Mary Jéssica

       A emissora BBC publicou em sua página do Facebook, uma animação promovendo os Jogos Olímpicos do Rio que dividiu opiniões entre os internautas brasileiros.
       Grande parte das críticas parece ser motivada pela perspectiva negativa que os próprios brasileiros têm de seu povo. Esse sentimento de inferioridade em relação a outros povos, sobretudo aqueles do chamado “Primeiro Mundo”, acaba por fortalecer o derrotismo e a má informação. Também é possível associar essas críticas à revolta da população, que não está feliz com a realização do evento no país. Muitos brasileiros acreditam que os recursos investidos poderiam se reverter em políticas públicas para necessidades mais urgentes, além de ver nas Olimpíadas um pretexto para o desvio de recursos públicos. Essa revolta, contudo, não diz respeito ao vídeo da BBC.
       Tendo a mata atlântica como cenário, a animação mostra uma diversidade de animais da nossa fauna praticando os esportes olímpicos na mata: onças disputam em uma corrida, tatus levantam peso, jacarés dão saltos ornamentais e até mesmo bichos-preguiça no trapézio. O estopim do vídeo é quando os animais se transformam em atletas olímpicos de diferentes países chegando ao topo de uma montanha, de onde admiram o Rio de Janeiro, com destaque para os símbolos da cidade como o Pão de Açúcar, o Engenhão e a Lagoa Rodrigo de Freitas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Nem todos são do Estado Islâmico


Por Laísa Mendes


          Ataques terroristas. É o assunto mais debatido em todos os meios de comunicação, desde o atentado do radical Estado Islâmico (EI) em Paris, na sexta-feira (13), que matou mais de 120 pessoas e deixou cerca de 350 feridas.
Em meio a tanto terror que se impregna no mundo inteiro, não há como se esquecer daqueles que são muçulmanos, mas não fazem parte do EI e ainda sofrem preconceitos devido às atrocidades cometidas pelo grupo. No senso comum, todo mulçumano apoia, potencialmente, as ações do Estado Islâmico, quando não é exatamente assim.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

III Colóquio sobre Diversidade Cultural – com Margarete Almeida

Descrição para cegos: foto mostra a professora Margarete e a câmera
filmando-a, com ela aparecendo no visor

A professora Margarete Almeida foi a convidada da turma de Jornalismo e Cidadania, do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, para o III Colóquio de Diversidade Cultural. O encontro ocorreu no dia 6 de maio de 2015, e nele foram discutidos temas como o surgimento dos Estudos Culturais e sua influência social; o conceito de cultura; o multiculturalismo; midiatização da cultura e o Relativismo Cultural. Formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela UFPB, Margarete Almeida concluiu o Doutorado em Sociologia pela mesma Universidade, em 2010. Margarete é coordenadora do GEM: Grupo de Estudo e Pesquisa em Gênero e Mídia. A organização do colóquio foi de Giovana Ferreira, Ingrid Trigueiro, Jade Vilar e Laísa Mendes.


Confira o colóquio na íntegra:


Surgimento dos Estudos Culturais 

No primeiro vídeo, a professora Margarete Almeida fala sobre o contexto do surgimento do campo de Estudos Culturais e sua aceitação no meio acadêmico.


quarta-feira, 4 de março de 2015

II Colóquio sobre Diversidade Cultural: com Annelsina Trigueiro


O II Colóquio sobre Diversidade Cultural da disciplina de Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 25 de fevereiro, com a professora Annelsina Trigueiro, pesquisadora das culturas dos povos indígenas do Nordeste. Ela é professora do Departamento de Comunicação da UFPB e tem mestrado e doutorado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. A organização do colóquio foi de Élison Silva, Ítalo Di Lucena, Laís Albuquerque e Sara Formiga.

No primeiro vídeo, Annelsina fala sobre as influências da modernidade na cultura dos índios.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Preconceito contra nordestino? Denuncie!

O resultado do primeiro turno da eleição presidencial desencadeou uma série de ataques preconceituosos contra nordestinos que podem terminar em violência. Devido a isso, o Ministério Público Federal e algumas entidades ligadas aos Direitos Humanos abriram canais para receber denúncias. Dependendo da gravidade, o responsável pode ser processado.

O portal da Empresa Brasileira de Comunicação publicou matéria sobre o assunto e disponibiliza alguns links para as denúncias. 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Colóquio sobre diversidade cultural




No dia 18 de junho a turma da disciplina Jornalismo e Cidadania recebeu o professor Élio Chaves Flores para discorrer acerca da Diversidade Cultural. Élio é professor associado do Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba, atuando também nas áreas de educação étnico-racial, cidadania e cultura política, e direitos humanos. Temas como o etnocentrismo, as políticas públicas no Brasil de manutenção da diversidade sociocultural, a indústria cultural e globalização versus a diversidade cultural foram abordados no colóquio que você confere abaixo.

O conceito de diversidade cultural
Muitas vezes, o conceito de diversidade cultural pode causar dúvidas. No vídeo abaixo, o professor Élio Flores explica o que é diversidade cultural. 




A diversidade cultural como crítica ao etnocentrismo
O ser humano tem a mania de achar que a sua cultura é padrão de comportamento e, por isso, acaba julgando as tradições diferentes. Logo abaixo, o professor Élio Flores explica como a diversidade cultural funciona em oposição à homogeneização e imposição cultural.