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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Semana Afro-Paraibana abordou religiões de matrizes africanas no semiárido

Descrição para cegos: foto do professor Luciano Queiroz na mesa do evento, tendo a seu lado uma das expositoras da conferência. Sobre o móvel veem-se garrafas de água, copos e livros.

A palestra buscou compreender como as populações afro-ameríndias da região do semiárido se articulam religiosamente no espaço em que vivem. O professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG Luciano Queiroz, doutor em História, foi o palestrante. A iniciativa do evento foi do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-brasileiras e Indígenas da UFPB, o Neabi. O objetivo foi dar visibilidade a questões das populações tradicionais. Ouça a reportagem que Juliana Souza produziu para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Mary Jéssica).

Influência africana na Paraíba foi tema de evento da UFPB

Descrição para cegos: foto da pesquisadora Maria da Vitória em uma sala do evento, vendo-se, atrás dela, carteiras e janelas.

A IV Semana Afro-Paraibana aconteceu de segunda a quarta-feira da semana passada. Foi promovida pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-brasileiras e Indígenas da UFPB, o Neabi. O evento teve como propósito abordar, através de mesas de debate, oficinas e minicursos, a influência das culturas africanas na história da Paraíba. A repórter Carmem Ferreira entrevistou Maria da Vitória Lima, pesquisadora do Neabi e doutora em História pela Universidade Federal de Pernambuco, para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a entrevista. (Mary Jéssica).


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Projeto trabalha o ensino da Cultura Afro-Brasileira em escola da UFPB

Descrição para cegos: foto do professor Wilson Aragão levemente de perfil, sorrindo. Atrás dele veem-se cadeiras de um auditório e uma jovem.
       O trabalho é baseado nas diretrizes curriculares para o estudo da história e cultura afro-brasileiras e africanas. Denominado Pedagogia Griô, tem aulas ministradas para os alunos da Escola de Educação Básica da UFPB. Esse projeto é coordenado pelo professor Wilson Aragão, diretor do Centro de Educação da universidade. Ouça a reportagem que eu fiz sobre o projeto para o programa Espaço Experimental, que é produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB e vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 khz). (Mary Jéssica).

sábado, 22 de outubro de 2016

Analisar aspectos comportamentais ajuda a explicar o jeitinho brasileiro



Descrição para cegos: foto mostra o professor falando sentado, tendo as mãos cruzadas próximo ao queixo. 
       Quebrar normas sociais, burlar sistemas e utilizar métodos corruptos são exemplos do que é conhecido como “jeitinho brasileiro”. Geralmente, esse termo se refere ao conjunto de atitudes praticadas com a intenção de obter benefícios próprios. Esse lado negativo do comportamento é assumido por indivíduos que agem pautados por valores flexibilizados. Uma pesquisa na UFPB busca esclarecer o que é o “jeitinho brasileiro” e como os valores humanos, a personalidade e a cultura estão ligadas a essa prática. Ouça a entrevista do repórter Felipe Lima com o professor Valdiney Gouveia para o programa Espaço Experimental, que é produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB e vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz). (Mary Jéssica).


terça-feira, 27 de setembro de 2016

II Encontro de Batuques da Paraíba encerrou semana de Afroeducação

Descrição para cegos: imagem mostra Vó Mera e seu grupo. Ela está no centro do palco, trajando saia, blusa e um chapéu de palha de abas largas, cantando. Segura o microfone com a mão direita enquanto levanta o braço esquerdo para o alto, para onde dirige o olhar. Atrás dela aparecem algumas integrantes do seu grupo tocando instrumentos de percussão e cantando, Mais ao fundo, equipamentos de som.
     
        O encontro, que acontece anualmente, de forma itinerante, visa a valorização das manifestações culturais tradicionais do estado. Foi uma realização do Coletivo Maracastelo em parceria com grupos e coletivos independentes e instituições públicas. Em sua segunda edição, o Encontro de Batuques integrou e finalizou a programação da II Semana de Extensão AfroEducação Maracastelo. Doze grupos da cultura popular paraibana se apresentaram no domingo 18, juntando 275 artistas. Ouça a reportagem que eu fiz sobre o II Encontro de Batuques para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9h, na Rádio Tabajara AM (1.110 khz). (Mary Jéssica).


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A ocupação cultural da Amcab

Descrição para cegos: a imagem é formada por duas fotos lado a lado com Ângela à esquerda e João à direita. Em ambas os entrevistados falam ao microfone do estúdio.
       
No dia 6 de Agosto, o Espaço Experimental apresentou uma entrevista que teve o objetivo de abordar os efeitos da ocupação cultural da Associação dos Moradores do Castelo Branco, iniciativa que está revitalizando a vida cultural desse bairro da capital paraibana. Ângela Gaeta e João Aurélio Travassos, duas lideranças do movimento, foram convidados. Eu produzi a entrevista, junto com Amanda Galdino e Lylyanne Braz. O programa Espaço Experimental vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz). Ouça a entrevista em dois blocos clicando nos players. (Mary Jéssica)