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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

V Colóquio de Diversidade Cultural

Descrição para cego: Professor Geovany Silva, convidado do colóquio, ao centro da imagem respondeu a uma das perguntas, e atrás dele o quadro branco da sala de aula.


      O V Colóquio de Diversidade Cultural, da cadeira Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos, do período 2018.1 da UFPB, recebeu o professor Geovany Silva, do Departamento de Arquitetura da UFPB. Geovany tem Pós-Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Lisboa, Portugal e Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília. Hoje ele é professor do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPB e co-autor do projeto que vinculou a UFPB com a universidade de Northumbria, na Inglaterra. O projeto fala especificamente da relação do Centro Histórico de João Pessoa com sua população. E é sobre o Cento Histórico que iremos falar:






sábado, 3 de novembro de 2018

Cuidado para não se queimar

Para cego ver: faxada da Expo Feira Tambaú e seu interior em chamas. 

Por Lylyanne Braz

Este país queima coisas de mais:
Queima papel
Queima arte
Queima floresta
Queima feira
Queima museu
Queima transporte
Queima combustível
Queima conhecimento
Queima história
Queima memória
Queima cultura...
Estamos em chamas

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Literatura de Cordel e seu devido reconhecimento

Literatura de Cordel e seu devido reconhecimento
Descrição para cegos: Vários livrinhos de cordéis divididos e fixados em três fios
De origem portuguesa, a Literatura de Cordel chegou ao Brasil com o início da colonização e logo tornou-se popular, principalmente na região Nordeste, por conta da linguagem própria, fácil circulação e acesso. Por conta de sua característica popular, a literatura de cordel ainda sofre preconceito e, ao ser considerado patrimônio cultural, reforça que o gênero é rico em cultura o suficiente para vencer o preconceito. Sua forma rimada, seus relatos, seus poemas e as ilustrações através de xilogravuras levaram e continuam levando informação e o conhecimento para parte da população que não tem contato com outros meios de expressão. Veja aqui. (Joanderson Almeida)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Danças Populares contribuem para a difusão cultural

Para cego ver: dançarinos entusiasmados em apresentação. 

Por Lylyanne Braz

De todas as formas de arte, a dança é considerada a mais antiga de todas e também a única que dispensa a utilização de materiais e ferramentas. Para expressar a arte da dança o ser humano precisa basicamente do corpo e da sua vitalidade. Desde a mais tenra idade, com o simples mover do corpo, seguindo uma coreografia em sintonia com certo ritmo musical, qualquer criança pode expressar a arte da dança. Dessa forma, aprendemos desde cedo que a dança é uma maneira extraordinária de expressarmos nossos sentimentos e experiências mais subjetivas.
Sabendo disso, o Festival de danças populares que é resultado do trabalho de extensão de alunos da UFPB com crianças e adolescentes de escolas de João Pessoa e cidades circunvizinhas, promove um encontro democrático de ampla participação popular que incentiva a prática da dança como expressão artística e contribuindo para a difusão cultural e desenvolvimento regional.
O Festival é organizado pelos alunos da Disciplina de Manifestações Culturais do curso de Educação Física da Universidade Federal da Paraíba, sob a Coordenação do professor-doutor Marcello Bulhões. O projeto desenvolve a prática de 27 danças populares brasileiras culminando na realização do festival. A edição 2018 contou com a presença de mais 300 crianças de 16 escolas públicas. Além dos trabalhos desempenhados com as crianças, a programação incluiu também uma homenagem à mestra Ana de Gurugi, da Comunidade Quilombola do Gurugi, localizada no Município do Conde, considerada força motriz no ensino das danças populares na Paraíba.
“Este trabalho é de grande importância para o desenvolvimento cultural e o educativo dos alunos, possibilitando a ampliação do acervo cultural e o respeito à cultura local. Também é observada nos estudantes a questão da melhoria da criticidade, criatividade, superação de seus limites e as relações interpessoais”, disse o coordenador.
Especialmente nos últimos séculos, com o desenvolvimento da sensibilidade artística a dança se firmou como uma das maiores manifestações estética, cultural, de lazer e de importância pedagógica por todo o mundo. A participação de estudantes em um evento artístico-musical pode servir como meio de aprendizagem prazerosa e para o desenvolvimento da consciência do movimento e da arte da dança.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Brasileiro têm preferência por cinema, mas não o nacional

Brasileiro têm preferência por cinema, mas não o nacional
Descrição para cegos: Foto mostra uma sala de cinema vazia, vista da parte traseira/lateral, com
um filme passando ao fundo.
O levantamento feito pela consultoria JLeiva e o Datafolha, que é retratado na seguinte matéria, indica a potência que a indústria do cinema representa.  Entretanto, apesar de 64% dos entrevistados demonstrarem preferência ao cinema, dados divulgados este ano pela Agência Nacional de Cinema mostram que as produções nacionais atraíram 42,8% menos público em 2017. Esse desinteresse por filmes nacionais mostra que, por mais que os dados da matéria indiquem um número positivo sobre o acesso ao cinema no país, é preciso lembrar que grande parte dos filmes que a população assiste não são manifestações da cultura nacional. Veja aqui. (Joanderson Almeida)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Mais candidatos, menos cultura


Mais candidatos, menos cultura
Descrição para cegos: Urna eletrônica, vista de baixo, com foco nos botões 'Branco', 'Corrige' e 'Confirma'

Mesmo vivenciando a campanha eleitoral com maior número de candidatos concorrendo ao cargo de presidente da república do país desde as eleições de 1998, o Brasil parece continuar estagnado no tocante às políticas de investimento na cultura. No ano em que o Museu Nacional, referência em cultura e história na América Latina, foi reduzido a pó, apenas cinco dos treze candidatos à presidência demonstraram consciência da importância da cultura para a sociedade e descrevem seus projetos para área. Para agravar, não há qualquer referência de política pública na cultura no plano de governo do atual líder das pesquisas. Veja aqui. (Joanderson Almeida)



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Conversa com criadora de uma das páginas online mais relevantes de elementos da cultura nordestina

Para cego ver: o repórter Matheus Andrade no estúdio com Sayonara Elayne, ambos olhando para câmera.  

Cultura do Nordeste com muito humor: combinação que atrai mais de 2 milhões de pessoas ao perfil Nordestinos (ed. 01/9/2018)


O “Nordestinos” foi fundado em 2014 por Sayonara Elayne, e tem ficado cada vez mais conhecido no humor paraibano. A página vem se consolidando recentemente como a maior de cultura nordestina no Facebook, Instagram e Twitter. Ouça a entrevista com a criadora da página realizada pelo repórter Matheus Andrade para o programa Espaço Experimental. (Lylyanne Braz)


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Duas exposições aborda questões de gênero e o tempo na sociedade

Imagem da mostra Cronos

O Centro Cultural Parque Casa da Pólvora traz no mês de outubro duas mostras
de características ímpares. A mostra “Âmago” é feita em colaboração com seis
artistas e aborda as questões de gênero , e cada participante buscou trazer para
o público aspectos de seus universos privativos.
A segunda é “Cronos”, feita individualmente pela artista Andryelle Serrano, a mostra traz imagens da cidade de João Pessoa e Pocinhos, traz um panorama que reverencia, em fotos, o tempo, o retrato da sociedade e as consequências dessa vida agitada. O evento é gratuito e pode ser visitado até o dia 25 de outubro. Para maiores informações aqui. (Adan Cavalcante)

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

I Mostra Walfredo Rodriguez será lançada no Hotel Globo



Foto tirada por Walfredo Rodriguez da da Rua Duque de Caxias 

Considerado o pai do cinema paraibano, Walfredo Rodriguez nasceu em 1894 na cidade de João Pessoa, então denominada cidade da Parahyba. Um grande contribuidor para a cultura regional, o artista recebeu diversas  homenagens durante o tempo como por exemplo O Museu Fotográfico Walfredo Rodriguez e em 2012 a prefeitura deu início ao Prêmio Walfredo Rodriguez de Produção  Audiovisual que premia as produções da terra. No mês de outubro, mais uma mostra entra em cartaz em João Pessoa em parceria com Fórum Setorial do Audiovisual Paraibano. A I Mostra de Cinema Walfredo Rodriguez, vem com o intuito de alimentar a cena paraibana e levar cultura para vários espaços da Capital. (Adan Cavalcante)

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Governo da Paraíba institui 2019 o Ano Cultural Jackson do Pandeiro

Para cego ver: Jackson sorridente com o seu pandeiro na mão.

Aproveitando a proximidade do centenário de nascimento de José Gomes Filho, o governo da Paraíba resolveu instituir 2019 como o Ano Cultural Jackson do Pandeiro. Era com este nome artístico que o nascido na cidade de Alagoa Grande, em 1919, tornou-se conhecido nacionalmente como cantor, instrumentista e compositor. A decisão foi publicada na edição de 03 de outubro de 2018 no Diário Oficial do estado e o Jornal da Paraíba fez uma postagem em seu site sobre o assunto veja. (Lylyanne Braz)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Casamento infantil das ciganas Calon

Descrição para cegos: Rebecca sorrindo para a câmera, com uma paisagem desfocada ao fundo.

Uma das alternativas culturalmente inserida nos Calon para não misturar o povo cigano e os payos (não-ciganos), é o casamento infantil. Assim que a jovem cigana menstrua pela primeira vez, é obrigada a casar. Na maioria das vezes são jovens entre 13 e 15 anos. Em entrevista à Revista AzMina, a cigana e ativista Rebecca Taina protesta contra o ato. Na matéria Casamento infantil não é cultura, é violência, que faz parte de uma série investigativa Pequenas esposas, Rebecca diz ter tido a sua identidade roubada por se impor, e afirma: ”Se você tem medo ou sofre se não seguir isso, não é cultura, é violência.” (Laura Crystiane)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Salvem a cultura raiz

Descrição para cegos: dançarinos de frevo se apresentando ao ar livre em frente a uma igreja, com figurinos e acessórios da dança.


O jornalista Lucas Alves, colaborador do site BlastingNews , faz uma sucinta análise a respeito da apropriação cultural na sociedade brasileira. Em Entenda a necessidade de apropriação cultural no Brasil o jornalista afirma que a população vem perdendo cada vez mais o interesse pelos produtos culturais do país. Aborda também o processo de “americanização” na cultura brasileira, e como a cultura genuína se torna desvalorizada. (Laura Crystiane)



sexta-feira, 23 de junho de 2017

O papel da Virada Cultural

Descrição para cegos: dois rapazes e uma moça se apresentando em espaço aberto. Um deles toca sanfona, outro tambor. A moça fala ao público sentado em uma escadaria.
  
A Virada Cultural que acontece todos os anos na cidade de São Paulo, surgiu em 2005. Busca promover a cultura com 24h de programação cultural ininterruptas. Neste ano ocorreu nos dias 20 e 21 de maio. O site Nexo traz em sua matéria Como a Virada Cultural revela a cidade aos seus habitantes, uma entrevista com o antropólogo Heitor Frúgoli Jr., coordenador do Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade na USP, em que ele aborda a importância do evento para a população, e o seu papel no aspecto do direita à cultura e à cidade. (Laura Crystiane)

terça-feira, 20 de junho de 2017

São João: cultura nordestina descaracterizada

Descrição para cegos: Silvério Pessoa de blusa de mangas longas de cor branca, com os braços cobrindo a boca, deixando as metade no rosto evidente.

O cantor Silvério Pessoa em entrevista ao Jc.online afirmou que o excesso de mercantilismo descaracterizou as festas juninas no Nordeste. Na matéria Silvério Pessoa vê São João em risco de extinção, o músico faz crítica às atrações musicais, como o sertanejo universitário que vem predominando nos festejos junino, declarando que as tradições nordestinas principais da festa estão sendo preteridas. Ele ainda se queixa de como a cultura popular vem sendo cada vez mais transformada em um negócio. (Laura Crystiane) 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Mafalda vai falar Guarani

Descrição para cegos: personagem Mafalda. É menina, usa vestido com casaco em listras, sapato com amarração por cima da meia. Está com a boca aberta, tendo acima da sua cabeça um balão com palavra indígena “nahániri”, como se estivesse gritando.
A personagem da história em quadrinhos argentina Mafalda, já traduzida para vários idiomas, inclusive o português, agora vai falar também a língua indígena Guarani, que é um dos idiomas oficiais do Paraguai, junto com o espanhol. Essa iniciativa, 50 anos após o lançamento da sagaz personagem, pretende destacar a importância de valores culturais serem preservados e disseminar o conhecimento da língua de um povo presente em vários países da América do Sul. Saiba mais aqui. (Jaqueline Lima)

domingo, 4 de junho de 2017

Capoeira Brasil, luta e resistência

Descrição para cegos: ilustração com dois lutadores praticando golpes de capoeira. Do lado direito um de cabeça para baixo com as mãos no chão e as pernas abertas no alto. Do esquerdo, o oponente com a perna esquerda levantada.
Por Laura Crystiane

Uma arte marcial disfarçada de dança, desta forma se originou a capoeira. A luta que é reconhecida como um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, ainda sofre com o preconceito e rejeição. O grupo Capoeira Brasil busca valorizá-la mostrando a sua importância na formação da identidade do país.
No decorrer dos séculos, a capoeira sofreu opressão, pois a sua prática era ilegal em alguns lugares públicos. A intolerância com a cultura afro-brasileira a tornou uma prática marginalizada para aqueles que não têm o conhecimento da importância desta manifestação para a cultura brasileira.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Símbolo cultural e empatia seletiva



Descrição para cegos: fotos de Thauane Cordeiro e Dandara Tonantzin Castro, ambas usando turbante.

O turbante, símbolo cultural, social e religioso de vários povos, este ano motivou muito debate sobre apropriação cultural. Em fevereiro, Thauane Cordeiro, jovem branca, relatou em seu Facebook que foi desprezada por mulheres negras por usar turbante. Ainda neste ano, Dandara Tonantzin, mulher negra, usava turbante na formatura de alguns amigos quando um homem branco arrancou o turbante de sua cabeça. Dandara também utilizou o Facebook para desabafar sobre o caso. No entanto, os dois posts sobre o mesmo emblema: o turbante, tiveram distintas repercussões nas redes sociais, conforme narra o jornalista Rafael Bruza em matéria no portal Independent jor. (Priscila Monteiro)

domingo, 21 de maio de 2017

O ensino da pluralidade cultural nas escolas


Descrição para cegos: foto de professora escrevendo em um caderno, sentada ao lado de uma criança que está prestando atenção. No fundo, o cenário de sala de aula com efeito desfocado.(foto Jaime Souzza)
Por Laura Crystiane

Em abril, foi lançado em Alagoas o projeto piloto Conhecendo nossa história: da Africa ao Brasil. Trata-se de iniciativa da Fundação Cultural Palmares em parceria com o Ministério da Educação, Secretaria Estadual de Cultura e secretarias municipais de Educação e de Cultura de Maceió.
O projeto tem como finalidade fortalecer o conhecimento cultural e a conscientização da diversidade, trabalhando com kits educativos sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas municipais de União dos Palmares e Maceió.
A iniciativa atende à Lei 11.645/2008, que incluiu no currículo da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira e indígena em disciplinas do ensino fundamental e médio.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Entretenimento de mercado domina o São João

Descrição para cegos: foto de uma fogueira queimando.

Por Jaqueline Lima

A programação para o “Maior São João do Mundo”, em Campina Grande (PB) é divulgada e nomes como Biliu de Campina, Alcymar Monteiro, Adauto Ferreira, entre outros, ficaram de fora da grandiosa festividade. Dentre as 68 atrações musicais, o verdadeiro forró passa despercebido perdendo lugar para o estilo forró eletrônico e a invasão sertaneja.
Será que isso se deve ao fato de a festa estar sendo organizada por uma empresa beneficiada pela terceirização adotada pela Prefeitura de Campina Grande?

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Comunidade Tiririca dos Crioulos inicia exposição


Descrição para cegos: cartaz da exposição “Tiririca dos Crioulos: Pessoas fortes na luta”, ilustrado com fotos de uma mulher e um homem de idade avançada vestidos formalmente e colocados lado a lado. O texto, em tipografia variada e cores diversas, o nome, local, data e programação simplificada do evento.
Por Geovanna Adya

Neste primeiro sábado de maio, inicia-se a exposição Tiririca dos Crioulos: Pessoas fortes na luta que permanece, gratuitamente, aberta à visitação até o final de junho na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes.
O evento de abertura está previsto para as 14h com a roda de diálogo Arte, Patrimônio e Políticas Culturais: construindo pontes para a educação das relações étnico-raciais. Comporão a mesa entidades e grupos envolvidos com o projeto que deu origem ao material utilizado na mostra.