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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Poeta paraibano é homenageado em premiação do Minc

Descrição para cegos: xilogravura mostra o poeta no centro de uma aura cercada por simulações de estrelas. Em torno da sua cabeça lê-se “Homenagem a Leandro Gomes de Barros”. Embaixo, está escrito: “Culturas Populares” e, em seguida, “2017”. Dos cantos da imagem saem linhas como raios solares.
Por Nayla Georgia

        Neste ano, a quinta edição do Prêmio Culturas Populares homenageia o poeta Leandro Gomes de Barros, paraibano que fez sua carreira literária em Pernambuco. 
Nascido no município de Pombal, na Paraíba, em 19 de novembro de 1865, Leandro foi escolhido por ser referência histórica da cultura popular, sendo o criador da literatura de cordel. Suas raízes líricas vêm de cedo, pois desde muito jovem teve contato com a literatura. Em sua infância, foi educado pela família do tio materno, o Padre Vicente Xavier de Farias, que o levou ainda bebê para morar na Vila do Teixeira, berço da Literatura Popular nordestina.

domingo, 18 de junho de 2017

A Princesa do Beco e o Lampião Cromado

Descrição para cegos: cena do filme. Duas figuras femininas, uma do lado esquerdo vestindo um vestido tomara que caia com 3 babados sendo um estampado e os outros lisos, acessórios de penas, bolas e búzios na cabeça. A outra está ao lado, vestindo um vestido com mangas que mostram os ombros. Do lado direito, uma figura masculina usando figurino do maracatu do baque virado. No solo, uma figura masculina careca deitado, aparentemente, morto.
O filme pernambucano A Princesa do Beco e o Lampião Cromado, produzido pela FavelaNews, recebeu a premiação de Melhor Longa de 2017 nos Estados Unidos, prêmio concedido pela Subversive Cinema Society, de Los Angeles. O filme retrata a resistência dos moradores da periferia do Recife fazendo alusão aos reis e rainhas de maracatus. A Subversive tem como objetivo de reconhecer obras originais fora das tendências e parâmetros definidos pela indústria cinematográfica, além de premiar compreensões artísticas que desafiam e quebram fronteiras com novos métodos de narrativas. Confira o Trailer clique aqui. (Jaqueline Lima)

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Diversidade cultural ganha destaque no Oscar 2017

Descrição para cegos: cartazes publicitários dos filmes: "Lion: uma jornada para casa" no qual, em close, aparece a face de um jovem indiano e uma imagem em marca d’água de uma criança andando nos trilhos do trem; do filme “Um limite entre nós”, onde, em close, se destaca um casal negro abraçado sorrindo; de “Estrelas além do tempo” onde 3 mulheres negras aparecem caminhando para a frente em lugar onde está escrito no piso “NASA” e há um foguete sendo lançado ao fundo; e, por fim, o pôster de "Até o último homem" onde um soldado aparece carregando outro sobre os ombros.

Por Geovanna Adya

Um dos mais prestigiados prêmios do cinema mundial, o Oscar, ganha destaque em 2017 pelo ineditismo de suas indicações, recordes estabelecidos e diversidade cultural apontada nas obras nomeadas.

Oferecida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Califórnia, Estados Unidos, a premiação, por vezes, é acusada pela crítica de favorecer o cinema norte-americano e as histórias que envolvam seus procedimentos culturais. Apesar de o comentário ser de cunho opinativo, é inegável a observação de certos padrões seguidos pela Academia.