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domingo, 18 de junho de 2017

A Princesa do Beco e o Lampião Cromado

Descrição para cegos: cena do filme. Duas figuras femininas, uma do lado esquerdo vestindo um vestido tomara que caia com 3 babados sendo um estampado e os outros lisos, acessórios de penas, bolas e búzios na cabeça. A outra está ao lado, vestindo um vestido com mangas que mostram os ombros. Do lado direito, uma figura masculina usando figurino do maracatu do baque virado. No solo, uma figura masculina careca deitado, aparentemente, morto.
O filme pernambucano A Princesa do Beco e o Lampião Cromado, produzido pela FavelaNews, recebeu a premiação de Melhor Longa de 2017 nos Estados Unidos, prêmio concedido pela Subversive Cinema Society, de Los Angeles. O filme retrata a resistência dos moradores da periferia do Recife fazendo alusão aos reis e rainhas de maracatus. A Subversive tem como objetivo de reconhecer obras originais fora das tendências e parâmetros definidos pela indústria cinematográfica, além de premiar compreensões artísticas que desafiam e quebram fronteiras com novos métodos de narrativas. Confira o Trailer clique aqui. (Jaqueline Lima)

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Samba de Cacete é premiado em Cannes

Descrição para cegos: foto do rosto de uma negra idosa fumando um cachimbo. Imagem obtida do filme.

Por Jaqueline Lima

O filme brasileiro Samba de Cacete - Alvorada Quilombola, dirigido por André dos Santos e por Artur Dutra, foi contemplado no XIV Festival International Du Film Panafricain, como melhor documentário de curta metragem em Cannes, na França.
A produção cinematográfica foi realizada pela Lamparena Filmes e contou com o apoio de 99 mil reais do Ministério da Cultura. Esse aporte financeiro foi por meio do edital Curta Afirmativo: protagonismo da Juventude Negra na Produção Audiovisual, lançado em 2014 pela Secretaria do Audiovisual (SAv) em parceria com a Fundação Cultural Palmares.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Música em prol do desenvolvimento sustentável

Descrição para cegos: cartaz do documentário. É representado por uma fenda em uma parede através da qual se vê uma parte de uma cidade. Na parte superior está escrita seguinte frase “Baixada Nunca Se Rende”, tendo acima da frase hastag #BXD.

Por Jaqueline Lima

No dia 17 de maio, foi lançado no Rio de Janeiro o documentário BXD- Baixada Nunca Se Rende. Esse filme faz parte da parceria do coletivo Baixada Nunca Se Rende com o Centro RIO+ das Nações Unidas.
O foco principal dessa produção é mostrar para o mundo um padrão de propagação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como direcionamento para algo familiar que beneficiará a sociedade.
Este trabalho pretende promover a mudança de um local violento que por muitos anos vem sendo associado à Baixada Fluminense para um centro propagador de sustentabilidade e cultura.

segunda-feira, 27 de março de 2017

A Máquina: muito mais que uma história de amor

Descrição para cegos: cartaz do filme com o título na parte superior, tendo como fundo do letreiro imagem do coração de Cristo, de onde saem raios. Abaixo a representação se repete na roupa do protagonista, que é abraçado por traz por seu par romântico. Nas laterais esquerda e direita aparecem, de cada lado, dois personagens masculinos do filme. Na parte inferior os nomes dos atores e patrocinadores, sendo possível ler os de Paulo Autran, Gustavo Falcão e Mariana Ximenes.
Por Laura Crystiane

O filme brasileiro A Máquina: o Amor é o Combustível, dirigido por João Falcão, inspirado no livro de mesmo nome da autora Adriana Falcão, conta uma história de amor. Com um enredo bem elaborado, a trama vai além do romance dos protagonistas Antônio (Gustavo Falcão) e Karina (Mariana Ximenes) retratando o êxodo rural e as manifestações culturais nordestinas.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Meninos perdidos do Sudão: a história que virou filme

Meninos perdidos do Sudão” é o nome dado aos mais de 20 mil jovens de várias etnias sudanesas perseguidas que procuraram proteção em campos de refugiados durante a 2ª guerra civil no país (1983-2005), que provocou mais de 2,5 milhões de mortes. “Uma boa mentira” retrata a história de quatro desses meninos, a partir da destruição de sua aldeia e a morte de seus pais, sua caminhada ao longo de desertos e savanas para chegar a um campo de refugiados no Quênia, e anos depois ser acolhidos nos Estados Unidos. O filme retrata as nuances sociais e psicológicas de imigrantes marcados pela violência da guerra, tentando se adaptar a uma nova cultura, em uma nova sociedade. O filme também gerou controvérsias quanto ao ponto de vista dos Estados Unidos como salvador da situação e a atriz branca estampando os cartazes de divulgação do filme apesar de ela ser personagem secundária na história. Polêmicas a parte, ao longo da história as culturas se misturam e percebemos que por mais difícil que seja a adaptação, toda pessoa pode se apropriar dos elementos culturais e sociais da sociedade em que está inserida, basta que se sinta acolhida. (Jade Vilar)


Resenha de “A Boa Mentira”
Por Samantha Martins
O filme é sobre crianças do Sudão do Sul, que fugiram de suas vilas após a guerra civil. Elas se deslocaram mais de 1.000km até um campo de refugiados no Quênia. Ou seja, os protagonistas da história são pessoas negras. Várias crianças negras que passam a adolescência e parte de sua juventude em um campo de refugiados.