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terça-feira, 6 de junho de 2017

Taego Ãwa registra resistência e memória indígena

Descrição para cegos: pôster de divulgação do filme mostra um índio Ãwa caminhando em campo aberto carregando em seus ombros arco e flechas.

Por Geovanna Adya


Intercalando registros audiovisuais passados e atuais com primazia, o documentário dos irmãos Henrique e Marcela Borela reafirma a identidade do povo indígena Avá-Canoeiro do Araguaia, os Ãwa.
O projeto levou anos para ser concluído. Foi idealizado há cerca de 14 anos quando cinco fitas VHS com imagens dos índios foram encontradas na Universidade Federal de Goiás (UFG) e, posteriormente, levadas aos remanescentes da tribo na Ilha do Bananal, em Tocantins.
A apresentação desse material aos Ãwa gerou o conteúdo da obra que buscou dar visibilidade à história de vida e resistência desse povo. A partir desse encontro, o patriarca Tutawa – que morreu em 2015 - revive momentos, rituais

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Apelo à comunidade internacional

Família Guarani e Kaiowá vivendo à margem de uma rodovia 

Um dos principais empecilhos à sobrevivência dos povos indígenas no Brasil é a demarcação de suas terras, motivo gerador de muitos conflitos. Porém, os procedimentos jurídicos e administrativos levam muito tempo e certas tribos, como os Guarani e Kaiowá, recorrem a órgãos internacionais para assegurar esse e outros direitos essenciais. Enquanto isso, eles enfrentam violência e intolerância em várias frentes, protagonizados por fazendeiros, pistoleiros, madeireiros e políticos. A reportagem a seguir, do portal Adital, mostra o percurso do líder indígena Elizeu Lopes em busca do apoio internacional. (Giovana Ferreira)

Sem apoio do governo brasileiro, Guarani e Kaiowá buscam solidariedade internacional

Gean Rocha
Elizeu Lopes, líder indígena do povo Guarani-Kaiowá, no Estado do Mato Grosso do Sul, concedeu, recentemente, uma entrevista na sede do Instituto Socioambiental, em São Paulo, para falar sobre os ataques frequentes e violentos de fazendeiros contra comunidades indígenas, bem como sobre o encaminhamento das denúncias às organizações e organismos internacionais, a exemplo do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra.