Mostrando postagens com marcador diversidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diversidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Clip lançado pelo 'Mundo Bita' fala da diversidade cultural


Que música! Ela diz que o nosso mundo é grande, diverso, tão repleto de traços e culturas diferentes. Mostrar esse belo cenário, estimular o respeito por cada indivíduo e explicar que somos muitos e precisamos estar unidos é o grande propósito deste animado clipe. Todos nós somos iguais, não é preciso preconceito e racismo, essa música é ótima para a criança já crescer sabendo que como diz o Bita, “A diferença é o que nos une de verdade!”. (Lylyanne Braz)


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Falar língua portuguesa é militância

Mia Couto. Foto: Wkimedia Commons/Voice of America
Descrição para cegos: Foto do escritor Mia Couto olhando para a câmera (Foto: Wkimedia Commons/Voice of America)

No Dia Internacional da Língua Portuguesa, comemorado no 5 de maio, o escritor moçambicano Mia Couto afirmou em entrevista às jornalistas Laura Gelbert e Monica Grayley da Web Rádio ONU News, que cultivar o idioma é uma “militância pela diversidade”. O escritor, que é ganhador do prêmio Camões de 2013, descreve a língua portuguesa como parte do seu corpo, e argumenta que falar a língua portuguesa é um ato de militância, considerando que há uma tendência hegemônica em adotar uma única língua no mundo. Você pode conferir a entrevista completa clicando aqui. (Priscila Monteiro)

terça-feira, 8 de março de 2016

Educação em língua materna e respeito à cultura dos indígenas é desafio para os chilenos

Descrição para cegos: foto mostra os rostos de 3 crianças
 indígenas do Chile, tendo na cabeça faixas enfeitadas com
desenhos típicos da sua cultura amarradas em torno das cabeças.

Com base em relatório da Unicef, o qual afirma que 40% das crianças no mundo não têm acesso a educação em sua língua materna, a jornalista Adélie Pojzman Pontay apresenta situação enfrentada pelos povos mapuche e mapudungun, no Chile. O respeito à língua materna é um direito humano e necessário à preservação das culturas anteriores à colonização, assim como, a toda a diversidade cultural. Tal situação não é só enfrentada no Chile, como nos demais países da América Latina. Contudo o ensino na língua materna, por si só, não é o suficiente, sendo necessário ações efetivas para a manutenção da cultura em geral (Tiago Bernardino).

Unicef: 40% das crianças não têm acesso a educação em sua língua materna

Adélie Pojzman Pontay – traduzido por Tiago Bernardino

Trata-se de uma situação que, segundo vários especialistas, não apenas causam discriminação. Também impede o bom desenvolvimento dos meninos e meninas afetados. No Chile, o caso dos mapudungun e do povo mapuche, é um exemplo claro.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Funk como manifestação cultural



Há alguns anos, qualquer brasileiro, se perguntado sobre o gênero musical genuinamente carioca, responderia samba. De meados dos anos 90 para cá, essa resposta não sai tão fácil, pois outro som passou a ecoar entre as vielas das comunidades e as pistas de dança da cidade. Assim como o samba, o funk se firmou como o som que é a cara do Rio de Janeiro e rapidamente tornou-se conhecido por todo o país. DJs brasileiros, sobretudo o DJ Malboro, desenvolveram o "som de preto e favelado" que animava os bailes cariocas ao final dos anos 80.


Manifestação cultural da periferia 

A popularização do ritmo, no entanto, trouxe consigo algumas mudanças. Como é comum acontecer com as manifestações culturais populares, setores das indústrias da cultura, sobretudo a fonográfica, perceberam o potencial mercadológico da música e a incorporaram entre seus produtos. Esse processo acaba por dar visibilidade a poucos artistas, além de ditar parâmetros para a produção, a partir de critérios midiáticos e de mercado.


MC Leonardo, cantor e compositor de funks, afirma que, desse modo, uma parcela específica de artistas e composições são privilegiados, em detrimento de outros tantos. "É preciso divulgar os trabalhos dos artistas que não estão se enquadrando no mercado apelativo". Sobre esta questão, o manifesto do Movimento Funk é Cultura ressalta que "sob o comando monopolizado de poucos empresários, a indústria funkeira tem uma dinâmica que suprime a diversidade das composições, estabelecendo uma espécie de censura no que diz respeito aos temas das músicas".