Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Clip lançado pelo 'Mundo Bita' fala da diversidade cultural


Que música! Ela diz que o nosso mundo é grande, diverso, tão repleto de traços e culturas diferentes. Mostrar esse belo cenário, estimular o respeito por cada indivíduo e explicar que somos muitos e precisamos estar unidos é o grande propósito deste animado clipe. Todos nós somos iguais, não é preciso preconceito e racismo, essa música é ótima para a criança já crescer sabendo que como diz o Bita, “A diferença é o que nos une de verdade!”. (Lylyanne Braz)


quinta-feira, 8 de junho de 2017

A música na luta pela demarcação de terra indígena

Descrição para cegos: imagem da índia Djuena Tikuna usando cocar de penas na cabeça, pintura no rosto, colar em formato meia lua com pintura geométrica triangular e brincos de penas.

Por Jaqueline Lima

No fim de abril, foi lançada durante a Mobilização Nacional Indígena, a canção Demarcação Já, em apoio à demarcação das terras indígenas e criticando o governo e os ruralistas. A canção tem letra de Carlos Rennó e música de Chico César. A iniciativa parte da solidariedade dos artistas à luta de um povo que muitas vezes é ignorado pela nossa sociedade.
A música representa a adesão de muitos artistas ao clamor dos povos indígenas e ao enfrentamento em defesa de seus direitos ameaçados por projetos em tramitação no Congresso Nacional visando alterar as regras de demarcação das terras indígenas, beneficiando os ruralistas e prejudicando os verdadeiros donos.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Música em prol do desenvolvimento sustentável

Descrição para cegos: cartaz do documentário. É representado por uma fenda em uma parede através da qual se vê uma parte de uma cidade. Na parte superior está escrita seguinte frase “Baixada Nunca Se Rende”, tendo acima da frase hastag #BXD.

Por Jaqueline Lima

No dia 17 de maio, foi lançado no Rio de Janeiro o documentário BXD- Baixada Nunca Se Rende. Esse filme faz parte da parceria do coletivo Baixada Nunca Se Rende com o Centro RIO+ das Nações Unidas.
O foco principal dessa produção é mostrar para o mundo um padrão de propagação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como direcionamento para algo familiar que beneficiará a sociedade.
Este trabalho pretende promover a mudança de um local violento que por muitos anos vem sendo associado à Baixada Fluminense para um centro propagador de sustentabilidade e cultura.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Entretenimento de mercado domina o São João

Descrição para cegos: foto de uma fogueira queimando.

Por Jaqueline Lima

A programação para o “Maior São João do Mundo”, em Campina Grande (PB) é divulgada e nomes como Biliu de Campina, Alcymar Monteiro, Adauto Ferreira, entre outros, ficaram de fora da grandiosa festividade. Dentre as 68 atrações musicais, o verdadeiro forró passa despercebido perdendo lugar para o estilo forró eletrônico e a invasão sertaneja.
Será que isso se deve ao fato de a festa estar sendo organizada por uma empresa beneficiada pela terceirização adotada pela Prefeitura de Campina Grande?

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Precisamos falar sobre a música negra

Descrição para cegos: foto de quatro músicos negros tocando Jazz. Um toca saxofone, ao seu lado, outro está tocando trompete, atrás destes dois, outro segura um contrabaixo acústico e, no canto da foto, um músico toca piano, de costas para a câmera. Todos vestem paletó e gravata.

O artigo
Por que precisamos provar que a música negra é negra?, publicado no Obuli aborda a apropriação cultural no universo da música de origem afro. O autor, Jun Alcântara, problematiza o protagonismo branco em gêneros musicais criados por negros. Ele faz uma retrospectiva da música negra desde o Jazz Bebop, que surgiu como um estilo tocado por negros, para um público branco, ao rap nacional, que para o autor é a maior forma de expressão política dos negros. Jun afirma que ninguém é contrário à participação de pessoas brancas na música negra, mas denuncia a falta de espaço para os cantores negros nos seus próprios gêneros musicais.(Priscila Monteiro)

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Tese destaca interação entre a cultura árabe e a literatura brasileira

Descrição para cego: foto do professor Valter Vilar sorrindo. Atrás dele um banner com palavras em português, árabe e inglês, sendo possível ler "América" e "Colombo"..
Trata-se de um estudo com enfoque nos principais escritores que representam essa influência. Além disso, a pesquisa percorre outras manifestações artísticas, como a música e o cinema. Professor na Universidade Federal do Pará e doutor em Letras pela UFPB, Valter Vilar obteve o título com a tese Os árabes e nós: a presença árabe na literatura brasileira. No estudo ele destaca traços árabes na história brasileira, além de semelhanças entre essas duas culturas. Ouça a reportagem que fiz para o programa Espaço Experimental do dia 12 de dezembro último. (Laísa Mendes)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A luta pelo reconhecimento das novas culturas

Por Laísa Mendes

    O mundo presencia momentos de muitos questionamentos e de mudanças, todas embasadas na vontade de ser reconhecido, de “se encontrar” em meio a tantos requisitos impostos para fazer parte de determinado grupo. Bandeiras que buscam defender suas ideias e culturas são levantadas com mais frequência.
    Cada um procura sua forma de questionar seu lugar na sociedade, sejam com caminhadas, manifestações, pichações, músicas. Estas reivindicações que antes ficavam restritas aos adultos hoje passam a ser alvo de crianças como a pequena Soffia, de 11 anos, que vive no dia a dia a busca pelo reconhecimento da sua cultura e identidade negra.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Hip Hop de olhos puxados


A música tem o poder de transcender barreiras físicas. É um instrumento de propagação e mistura de culturas, levando costumes e estilos diferentes de um recanto a outro do mundo, literalmente. O hip hop nasceu nos guetos americanos na década de 70 como representação da resistência negra no país e transformou-se em um cultural global, que envolve música, dança, vestimentas e representantes de impacto como os rappers Jay Z e Kanye West. O hip hop atravessou o oceano e encantou os japoneses, ao ponto de surgirem tribos como os B-Stylers: japoneses que idolatram a cultura do hip hop e têm fascínio por parecerem com os negros americanos (Jade Vilar).

B-Stylers:
A nova tribo no Japão que sonha em ser negra