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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Casamento infantil das ciganas Calon

Descrição para cegos: Rebecca sorrindo para a câmera, com uma paisagem desfocada ao fundo.

Uma das alternativas culturalmente inserida nos Calon para não misturar o povo cigano e os payos (não-ciganos), é o casamento infantil. Assim que a jovem cigana menstrua pela primeira vez, é obrigada a casar. Na maioria das vezes são jovens entre 13 e 15 anos. Em entrevista à Revista AzMina, a cigana e ativista Rebecca Taina protesta contra o ato. Na matéria Casamento infantil não é cultura, é violência, que faz parte de uma série investigativa Pequenas esposas, Rebecca diz ter tido a sua identidade roubada por se impor, e afirma: ”Se você tem medo ou sofre se não seguir isso, não é cultura, é violência.” (Laura Crystiane)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Salvem a cultura raiz

Descrição para cegos: dançarinos de frevo se apresentando ao ar livre em frente a uma igreja, com figurinos e acessórios da dança.


O jornalista Lucas Alves, colaborador do site BlastingNews , faz uma sucinta análise a respeito da apropriação cultural na sociedade brasileira. Em Entenda a necessidade de apropriação cultural no Brasil o jornalista afirma que a população vem perdendo cada vez mais o interesse pelos produtos culturais do país. Aborda também o processo de “americanização” na cultura brasileira, e como a cultura genuína se torna desvalorizada. (Laura Crystiane)



terça-feira, 20 de junho de 2017

São João: cultura nordestina descaracterizada

Descrição para cegos: Silvério Pessoa de blusa de mangas longas de cor branca, com os braços cobrindo a boca, deixando as metade no rosto evidente.

O cantor Silvério Pessoa em entrevista ao Jc.online afirmou que o excesso de mercantilismo descaracterizou as festas juninas no Nordeste. Na matéria Silvério Pessoa vê São João em risco de extinção, o músico faz crítica às atrações musicais, como o sertanejo universitário que vem predominando nos festejos junino, declarando que as tradições nordestinas principais da festa estão sendo preteridas. Ele ainda se queixa de como a cultura popular vem sendo cada vez mais transformada em um negócio. (Laura Crystiane) 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Carta a mãe África, um pedido de igualdade

Descrição para cegos: nome do documentário “Carta a mãe África” na cor branca com o fundo preto.
Por Laura Crystiane
                                                                
Movimentos de resistência negra no Brasil são de grande importância para a identidade e reconhecimento da cultura afro-brasileira. Alguns direitos foram conquistados, mas o racismo ainda cerca esta população no dia a dia.
O documentário Carta a Mãe África, de Rafael Bessa, traz depoimentos de artistas e intelectuais sobre a população negra no país. Aborda temas como a valorização da cultura negra, racismo e a busca da igualdade.

domingo, 4 de junho de 2017

Capoeira Brasil, luta e resistência

Descrição para cegos: ilustração com dois lutadores praticando golpes de capoeira. Do lado direito um de cabeça para baixo com as mãos no chão e as pernas abertas no alto. Do esquerdo, o oponente com a perna esquerda levantada.
Por Laura Crystiane

Uma arte marcial disfarçada de dança, desta forma se originou a capoeira. A luta que é reconhecida como um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, ainda sofre com o preconceito e rejeição. O grupo Capoeira Brasil busca valorizá-la mostrando a sua importância na formação da identidade do país.
No decorrer dos séculos, a capoeira sofreu opressão, pois a sua prática era ilegal em alguns lugares públicos. A intolerância com a cultura afro-brasileira a tornou uma prática marginalizada para aqueles que não têm o conhecimento da importância desta manifestação para a cultura brasileira.

domingo, 21 de maio de 2017

O ensino da pluralidade cultural nas escolas


Descrição para cegos: foto de professora escrevendo em um caderno, sentada ao lado de uma criança que está prestando atenção. No fundo, o cenário de sala de aula com efeito desfocado.(foto Jaime Souzza)
Por Laura Crystiane

Em abril, foi lançado em Alagoas o projeto piloto Conhecendo nossa história: da Africa ao Brasil. Trata-se de iniciativa da Fundação Cultural Palmares em parceria com o Ministério da Educação, Secretaria Estadual de Cultura e secretarias municipais de Educação e de Cultura de Maceió.
O projeto tem como finalidade fortalecer o conhecimento cultural e a conscientização da diversidade, trabalhando com kits educativos sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas municipais de União dos Palmares e Maceió.
A iniciativa atende à Lei 11.645/2008, que incluiu no currículo da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira e indígena em disciplinas do ensino fundamental e médio.

sábado, 13 de maio de 2017

Apropriação cultural em campanhas publicitárias

Descrição para cegos: ilustração mostra cauda de um peixe como se ele acabasse de mergulhar em mar revolto. Sobre essa imagem, há um céu coberto de nuvens.

No seu blog FolkMídia , o professor Osvaldo Meira Trigueiro, pesquisador na área de folkcomunicação, publicou uma análise da apropriação das manifestações culturais na mídia brasileira e em campanhas publicitárias. No artigo Contos e lendas no contexto da folkcomunicação e nos comerciais para televisão  ele destaca como manifestações culturais, a exemplo dos contos e lendas, têm aceitação do público em comerciais e como são recriadas e adaptadas por interesses econômicos. (Laura Crystiane)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Carimbó nas rádios de Belém

Descrição para cegos: foto de casal de dançarinos de carimbó de frente para o outro. No lado direito, a mulher de costa segurando a saia; no esquerdo, o homem com os braços para trás. Ambos com o figurino de estampa florida nas cores branco, vermelho e laranja.


                                                                                  Por Laura Crystiane

Em muitas regiões do país, a cultura local, principalmente a de raiz, vem sendo relegada pela mídia comercial, que geralmente se preocupa em reproduzir o que lhe chega dos polos hegemônicos.
Para tentar preservar uma das manifestações culturais mais importantes do Pará, a Câmara de Vereadores da capital Belém aprovou uma lei que obriga a execução do carimbó nas rádios locais. O projeto de autoria do presidente da câmara, o vereador Mauro Freitas (PSDC), seguiu para a sanção do prefeito Zenaldo Coutinho.

segunda-feira, 27 de março de 2017

A Máquina: muito mais que uma história de amor

Descrição para cegos: cartaz do filme com o título na parte superior, tendo como fundo do letreiro imagem do coração de Cristo, de onde saem raios. Abaixo a representação se repete na roupa do protagonista, que é abraçado por traz por seu par romântico. Nas laterais esquerda e direita aparecem, de cada lado, dois personagens masculinos do filme. Na parte inferior os nomes dos atores e patrocinadores, sendo possível ler os de Paulo Autran, Gustavo Falcão e Mariana Ximenes.
Por Laura Crystiane

O filme brasileiro A Máquina: o Amor é o Combustível, dirigido por João Falcão, inspirado no livro de mesmo nome da autora Adriana Falcão, conta uma história de amor. Com um enredo bem elaborado, a trama vai além do romance dos protagonistas Antônio (Gustavo Falcão) e Karina (Mariana Ximenes) retratando o êxodo rural e as manifestações culturais nordestinas.