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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Literatura de Cordel e seu devido reconhecimento

Literatura de Cordel e seu devido reconhecimento
Descrição para cegos: Vários livrinhos de cordéis divididos e fixados em três fios
De origem portuguesa, a Literatura de Cordel chegou ao Brasil com o início da colonização e logo tornou-se popular, principalmente na região Nordeste, por conta da linguagem própria, fácil circulação e acesso. Por conta de sua característica popular, a literatura de cordel ainda sofre preconceito e, ao ser considerado patrimônio cultural, reforça que o gênero é rico em cultura o suficiente para vencer o preconceito. Sua forma rimada, seus relatos, seus poemas e as ilustrações através de xilogravuras levaram e continuam levando informação e o conhecimento para parte da população que não tem contato com outros meios de expressão. Veja aqui. (Joanderson Almeida)

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Brasileiro têm preferência por cinema, mas não o nacional

Brasileiro têm preferência por cinema, mas não o nacional
Descrição para cegos: Foto mostra uma sala de cinema vazia, vista da parte traseira/lateral, com
um filme passando ao fundo.
O levantamento feito pela consultoria JLeiva e o Datafolha, que é retratado na seguinte matéria, indica a potência que a indústria do cinema representa.  Entretanto, apesar de 64% dos entrevistados demonstrarem preferência ao cinema, dados divulgados este ano pela Agência Nacional de Cinema mostram que as produções nacionais atraíram 42,8% menos público em 2017. Esse desinteresse por filmes nacionais mostra que, por mais que os dados da matéria indiquem um número positivo sobre o acesso ao cinema no país, é preciso lembrar que grande parte dos filmes que a população assiste não são manifestações da cultura nacional. Veja aqui. (Joanderson Almeida)

sábado, 20 de outubro de 2018

A cultura japonesa no cotidiano do brasileiro


A cultura japonesa no cotidiano do brasileiro

Descrição: Foto mostra uma rua do bairro da Liberdade, em São Paulo, onde há bandeiras do Brasil e Japão nos postes de iluminação ao longo da rua, além do fluxo de pessoas e carros.
Uma matéria da BBC, feita em alusão ao Dia da Imigração Japonesa no Brasil (18 de junho), traz importantes resgates à memória de elementos oriundos da cultura japonesa que hoje fazem parte do dia-a-dia do brasileiro: o chá, as sandálias de dedo, as artes marciais, o uso do bambu e até a nossa alimentação. Sem contar os conhecidos bairros fundados por imigrantes japoneses, como por exemplo o da Liberdade. Não há dúvidas sobre a pluralidade cultural do Brasil, mas o texto nos fazer lembrar que essas culturas estão tão enraizadas e mais próximas de nós do que imaginamos. Veja aqui. (Joanderson Almeida)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Carta a mãe África, um pedido de igualdade

Descrição para cegos: nome do documentário “Carta a mãe África” na cor branca com o fundo preto.
Por Laura Crystiane
                                                                
Movimentos de resistência negra no Brasil são de grande importância para a identidade e reconhecimento da cultura afro-brasileira. Alguns direitos foram conquistados, mas o racismo ainda cerca esta população no dia a dia.
O documentário Carta a Mãe África, de Rafael Bessa, traz depoimentos de artistas e intelectuais sobre a população negra no país. Aborda temas como a valorização da cultura negra, racismo e a busca da igualdade.

domingo, 21 de maio de 2017

O ensino da pluralidade cultural nas escolas


Descrição para cegos: foto de professora escrevendo em um caderno, sentada ao lado de uma criança que está prestando atenção. No fundo, o cenário de sala de aula com efeito desfocado.(foto Jaime Souzza)
Por Laura Crystiane

Em abril, foi lançado em Alagoas o projeto piloto Conhecendo nossa história: da Africa ao Brasil. Trata-se de iniciativa da Fundação Cultural Palmares em parceria com o Ministério da Educação, Secretaria Estadual de Cultura e secretarias municipais de Educação e de Cultura de Maceió.
O projeto tem como finalidade fortalecer o conhecimento cultural e a conscientização da diversidade, trabalhando com kits educativos sobre a história e cultura afro-brasileiras nas escolas municipais de União dos Palmares e Maceió.
A iniciativa atende à Lei 11.645/2008, que incluiu no currículo da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira e indígena em disciplinas do ensino fundamental e médio.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

São Paulo separatista

Descrição para cegos: foto da bandeira do movimento São Paulo Livre. Ela é semelhante a bandeira do estado de São Paulo. Tem 7 listras horizontais pretas sobre um fundo branco. No canto superior direito há um quadrado com quatro estrelas, uma em cada ponta e, no centro, dentro de um circulo, o mapa do estado. A única diferença da bandeira oficial é a troca do mapa do Brasil pelo de São Paulo.
Por Lylyanne Braz
Grupos separatistas de São Paulo, ao lado de outros movimentos como O Sul é Meu País, organizaram um plebiscito de caráter extraoficial, que visa avaliar a opinião dos cidadãos sobre a separação daquela região do resto do Brasil.
Esse plebiscito está marcado para outubro. Em São Paulo a votação está sendo chamada de "Sampadeus". A consulta não tem efeito legal e será financiada pelas próprias entidades.
O surgimento de grupos separatistas não é algo novo. O movimento O Sul é o Meu País, por exemplo, foi criado em 1992. Já o Movimento São Paulo Livre é mais recente. Ele foi fundado em 2014, logo após as eleições presidenciais, e defende a emancipação de São Paulo, que passaria a chamar-se República de São Paulo e sua moeda seria ouro paulista.
Outros grupos separatistas contemporâneos existentes no estado de São Paulo são: Movimento São Paulo Independente (MSPI), Movimento República de São Paulo (MRSP), Movimento Liberdade da Pátria Paulista e Movimento São Paulo para os Paulistas.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Animação da BBC gera polêmica

Descrição para cegos: imagem mostra uma raposa saltando um galho de árvore. Seu pulo imita o dos atletas de salto em altura, que são realizados de costas para o obstáculo, fazendo um arco sobre ele.

Mary Jéssica

       A emissora BBC publicou em sua página do Facebook, uma animação promovendo os Jogos Olímpicos do Rio que dividiu opiniões entre os internautas brasileiros.
       Grande parte das críticas parece ser motivada pela perspectiva negativa que os próprios brasileiros têm de seu povo. Esse sentimento de inferioridade em relação a outros povos, sobretudo aqueles do chamado “Primeiro Mundo”, acaba por fortalecer o derrotismo e a má informação. Também é possível associar essas críticas à revolta da população, que não está feliz com a realização do evento no país. Muitos brasileiros acreditam que os recursos investidos poderiam se reverter em políticas públicas para necessidades mais urgentes, além de ver nas Olimpíadas um pretexto para o desvio de recursos públicos. Essa revolta, contudo, não diz respeito ao vídeo da BBC.
       Tendo a mata atlântica como cenário, a animação mostra uma diversidade de animais da nossa fauna praticando os esportes olímpicos na mata: onças disputam em uma corrida, tatus levantam peso, jacarés dão saltos ornamentais e até mesmo bichos-preguiça no trapézio. O estopim do vídeo é quando os animais se transformam em atletas olímpicos de diferentes países chegando ao topo de uma montanha, de onde admiram o Rio de Janeiro, com destaque para os símbolos da cidade como o Pão de Açúcar, o Engenhão e a Lagoa Rodrigo de Freitas.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A cultura da violência no futebol

por Élison Silva


Violência em estádio no Egito

Muita gente diz por aí que o futebol é um esporte que une os povos. A Copa do Mundo é um exemplo de confraternização de todos os povos do mundo em torno de um esporte. Nem a Olimpíada, onde já houve ataque terrorista (Munique 72), tem tamanho poder.
O futebol que paralisou a Primeira Guerra Mundial, e que fez o Santos de Pelé interromper uma guerra civil no Congo, cada dia que passa vem regredindo em seu poder de pacificação.
Infelizmente, o que une Brasil, Egito, Alemanha, Turquia, Itália e muitos outros países ultimamente é a infeliz coincidência de mortes causadas por brigas entre torcidas de clubes de futebol.
Já não é mais notícia confronto de torcidas em clássicos, emboscadas para agredir rivais, pancadaria nas arquibancadas.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Laços culturais entre o Brasil e a Rússia

O texto abaixo demonstra como está a situação da relação cultural que existe entre o Brasil e a Rússia, pontuando as referências que cada país acrescenta ao seu cotidiano, de modo a fortalecer a união e a diversidade cultural em aspectos artísticos como a dança e o cinema em um projeto de cooperação cultural mútua. (Rafael Andrade)

O Brasil abriga, atualmente, mais de 200 mil pessoas de língua russa, e São Paulo é o estado com a maior comunidade russa no País. Aqui, tornaram-se nacionais muitos nomes russos - como Sônia, Olga, Kátia, Igor, Valdir, Dimitri - culinária russa - pão de mel - e artistas renomados de lá deram nome a ruas daqui, como a rua Tolstói, em São Paulo.
Apesar da distância geográfica entre os dois países, os laços culturais entre Brasil e Rússia estão se desenvolvendo ativamente.
Festivais da cultura ibero-americana, grupos artísticos russos viajando em turnê na América Latina, exposições de arte, semanas de cinema e dias da cultura russa – tudo isso fortalece tradições da cooperação cultural entre a Rússia e o Brasil.
A Rússia possui a riquíssima diversidade cultural, assim como o desenvolvimento arquitetônico e artesanal, que acabou sendo fortemente influenciado pela conversão ao cristianismo ortodoxo e pela arte e arquitetura bizantinas. Ícones russos são conhecidos por todo o mundo e inspiram não só religiosos, mas também apreciadores de arte. Há vários estilos da arte decorativa tradicional, inclusive gzhel, khokhloma, palekh.