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sexta-feira, 23 de junho de 2017

O papel da Virada Cultural

Descrição para cegos: dois rapazes e uma moça se apresentando em espaço aberto. Um deles toca sanfona, outro tambor. A moça fala ao público sentado em uma escadaria.
  
A Virada Cultural que acontece todos os anos na cidade de São Paulo, surgiu em 2005. Busca promover a cultura com 24h de programação cultural ininterruptas. Neste ano ocorreu nos dias 20 e 21 de maio. O site Nexo traz em sua matéria Como a Virada Cultural revela a cidade aos seus habitantes, uma entrevista com o antropólogo Heitor Frúgoli Jr., coordenador do Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade na USP, em que ele aborda a importância do evento para a população, e o seu papel no aspecto do direita à cultura e à cidade. (Laura Crystiane)

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Após polêmica, Amazon doa livros gratuitos

Descrição para cegos: imagem de um leitor de e-book sendo olhado por uma pessoa, cuja imagem está desfocada, que segura uma xícara próximo à boca.
Por Priscila Monteiro

Após divulgar campanha que criticava ação do prefeito de São Paulo contra grafites, a Amazon Brasil foi convidada por João Doria no último dia 28 a doar livros à cidade. Em resposta, a empresa disponibilizou e-books gratuitos em seu site.
Os internautas podem baixar de forma gratuita um dos 36 livros disponíveis pelo site da Amazon.com.br. Obras de autores clássicos na literatura brasileira como Machado de Assis, Raul Pompéia e Manuel Antônio de Almeida estão disponíveis para leitura no computador, celular ou tablet.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

São Paulo cidade linda ou cidade cinza?


Descrição para cegos: fotografia dos grafites de alguns artistas de rua e dois carros passando na Avenida 23 de maio.
Por Priscila Monteiro

Um dia após tomar posse do cargo de prefeito da cidade de São Paulo, João Doria lançou o programa “São Paulo Cidade Linda”, que tem o objetivo de revitalizar a capital paulista através de 24 iniciativas que incluem a manutenção, o reparo e a limpeza de ambientes públicos, segundo o site da Prefeitura.
O programa gerou polêmica ao propor “limpar” a arte de rua das principais avenidas de São Paulo. Nas ações já realizadas na Avenida 9 de Julho e na Avenida Paulista Doria participou vestido com o uniforme de gari. E na ação realizada na Av. 23 de Maio, Doria, que também esteve presente no local, mandou cobrir de cinza trechos da avenida sob a justificativa de que as pichações foram cobertas porque estavam "envelhecidas demais ou mutilada por pichações".

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

'Sulicídio' e centralização do Rap

Descrição para cegos: capa do disco "Sulicídio", que traz, sobre
um fundo branco, uma mancha de sangue representando parte do
mapa do Brasil, a que abrange as regiões Leste e Sul (de Minas
Gerais ao Rio Grande do Sul). Sobre a ilustração aparecem os
nomes do disco e dos artistas.

Por Rennan Ono


Em setembro não se falou de outra coisa dentro do universo do Rap brasileiro. Líderes dos grupos nordestinos DDH e Chave Mestra, Baco (Exu do Blues) e Diomedes Chinaski, respectivamente, lançaram, como um feito histórico no Rap nativo, a música Sulicídio.
Com uma letra agressiva e polêmica, Sulicídio não poupa críticas à centralização do movimento no eixo Rio/São Paulo. A dupla critica a supervalorização da produção de Rap daquela região e o esquecimento do Rap nordestino, que vive à margem do cenário nacional.
O som em questão chamou muita atenção, e não somente dos amantes do Rap. Baco e Diomedes sofreram ataques de racismo e xenofobia, sendo o último sustentado pelo estereótipo da falta d’água no sertão e por comentários a respeito do sotaque da dupla.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

São Paulo separatista

Descrição para cegos: foto da bandeira do movimento São Paulo Livre. Ela é semelhante a bandeira do estado de São Paulo. Tem 7 listras horizontais pretas sobre um fundo branco. No canto superior direito há um quadrado com quatro estrelas, uma em cada ponta e, no centro, dentro de um circulo, o mapa do estado. A única diferença da bandeira oficial é a troca do mapa do Brasil pelo de São Paulo.
Por Lylyanne Braz
Grupos separatistas de São Paulo, ao lado de outros movimentos como O Sul é Meu País, organizaram um plebiscito de caráter extraoficial, que visa avaliar a opinião dos cidadãos sobre a separação daquela região do resto do Brasil.
Esse plebiscito está marcado para outubro. Em São Paulo a votação está sendo chamada de "Sampadeus". A consulta não tem efeito legal e será financiada pelas próprias entidades.
O surgimento de grupos separatistas não é algo novo. O movimento O Sul é o Meu País, por exemplo, foi criado em 1992. Já o Movimento São Paulo Livre é mais recente. Ele foi fundado em 2014, logo após as eleições presidenciais, e defende a emancipação de São Paulo, que passaria a chamar-se República de São Paulo e sua moeda seria ouro paulista.
Outros grupos separatistas contemporâneos existentes no estado de São Paulo são: Movimento São Paulo Independente (MSPI), Movimento República de São Paulo (MRSP), Movimento Liberdade da Pátria Paulista e Movimento São Paulo para os Paulistas.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O dia em que os refugiados falaram


Por Jade Vilar  

           Na contramão do sentimento de xenofobia que permeia os grandes países receptores de imigrantes do mundo inteiro, os refugiados de guerras civis residentes de São Paulo produziram um videoclipe. O conteúdo é informativo e ao mesmo tempo humanizador.
           A intenção é a desconstrução da imagem negativa a respeito dos refugiados como figuras perigosas e fora da lei, para mostrar o lado dos seres humanos que fugiram dos seus países para preservar a própria vida. O vídeo é um agradecimento e ao mesmo tempo um esclarecimento à nação brasileira sobre o quão importante é a nossa receptividade a quem não traz mais nada além da vontade de viver.