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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Cartilha de português brasileiro para refugiados

As dificuldades encontradas pelos refugiados ao chegarem a outro país são diversas e inimagináveis. Dentre elas, a de adaptação à língua e à cultura local. A Agência ONU para Refugiados lançou uma cartilha de língua portuguesa em que os direitos humanos são abordados de forma transversal. O objetivo é instruir os estrangeiros sobre situações básicas do cotidiano (apresentação, preenchimento de formulários, documentos), mas também informá-los sobre seus direitos, igualdade de gênero, educação e saúde pública. (Giovana Ferreira)


Cartilha do ACNUR ensina português a refugiados sob a perspectiva dos direitos humanos

Miguel Pachioni


       "Mudar à força de um país para outro é delicado. É como morar toda vida na Zona Sul de São Paulo e depois se mudar para a Zona Leste da cidade. Você perde suas referências, não se acostuma com o novo lugar. Agora imagina ter que viajar para um país completamente diferente do seu, com outra língua e outra cultura”. 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ele me deu o nome de Malala


Por Giovana Ferreira


Não há nada de errado em se dizer feminista. Eu sou feminista porque ‘feminismo’ é outra palavra para igualdade.

A paquistanesa Malala Yousafzai, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2014, ganhou um documentário que teve sua estreia em novembro, em um festival em Londres. Após o lançamento, Malala foi entrevistada pela atriz Emma Watson, Embaixadora da ONU Mulheres, a respeito da igualdade de direitos entre os gêneros.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Proibição da mutilação genital feminina avança em países Africanos

Campanha do The Guardian pelo fim da mutilação genital feminina (FGM).

Por Giovana Ferreira

A prática da mutilação genital, que consiste na remoção parcial ou total do órgão genital feminino, é comum principalmente nos países africanos e do Oriente Médio. Neles, estima-se que mais de 130 milhões de mulheres foram submetidas ao procedimento, porém a prática também vigora em outros lugares do mundo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Discussões migratórias com Michel Agier

Por Giovana Ferreira

Devido à atual crise humanitária e o contexto migratório mundial, que se encontra em evidência, a discussão sobre questões e políticas migratórias se faz relevante. Na quarta-feira, 25 de novembro, a UFPB sediou um debate com o antropólogo francês Michel Agier sobre o tema “Migrações, fronteiras e cosmopolitismo”.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

A luta constante pela terra

FUNAI/Reprodução
Por Giovana Ferreira
O capítulo VIII da Constituição garante aos índios o reconhecimento de “sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las”. São consideradas de direito as terras ocupadas pelos indígenas em caráter permanente, utilizadas para suas atividades produtivas e necessárias a sua reprodução física e cultural.
Atualmente, a responsabilidade sobre os estudos necessários para a identificação e demarcação das terras é do órgão federal de assistência ao índio, a Funai, Fundação Nacional do Índio. Cabe a este realizar os estudos de filiação cultural e linguística, sociológicos, ambientais, cartográficos e fundiários que identifiquem os limites das terras indígenas.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Cyberbullying contra nordestinos

    Pesquisador mapeia sentenças para casos de crimes na internet.
     A pesquisa foi realizada pelo professor Robson Antão, vice-diretor do Centro de Ciências Jurídicas da UFPB e pesquisador na área de crimes virtuais. No trabalho foram analisadas as decisões judiciais em casos de cyberbullying contra nordestinos, ocorridos de 2008 a 2010.
    Entre os casos de destaque, está o da estudante de Direito Mayara Penteado Petruso. A jovem paulistana postou nas redes sociais ofensas aos nordestinos, depois dos resultados das eleições de 2010. Ela foi uma das primeiras pessoas a ser condenada por crimes online.
    Eu conversei com o professor Robson Antão para o Espaço Experimental, programa do Laboratório de Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba. O programa vai ao ar na Rádio Tabajara AM, 1.110 Khz, às 9h da manhã dos sábados (Giovana Ferreira)